A partir do século VII e durante alguns séculos, homens e mulheres de diferentes religiões e culturas trabalharam lado a lado na civilização muçulmana, que se difundiu desde o sul da Espanha até ao leste da China. O Império árabe tinha uma rede integrada de transportes terrestres e marítimos, uma economia desenvolvida com um comércio vibrante, além de uma florescente cena científica e cultural.

Ao basearem-se e ao melhorarem os conhecimentos de civilizações antigas como a grega, egípcia persa, indiana, africana e chinesa, esses cientistas e inventores fizeram descobertas que conduziram a uma incrível expansão do conhecimento – pois recolheram, traduziram, corrigiram e melhoraram todos estes conhecimentos na língua árabe, transformando-a na língua franca daquele tempo. O árabe serviu como um veículo impressionante de recolha de dados e encomenda de traduções de clássicos antigos da Grécia, Roma, China, Pérsia, Índia e África. Como tal, durante este período, o árabe tornou-se a língua por excelência da ciência, poesia, literatura, governação e arte. Com essa riqueza de conhecimentos e descobertas, veio a prosperidade, e por isso este período é muitas vezes chamado a Era de Ouro da ciência árabe.

Com mais de 60 exposições interactivas, curtas-metragens, apreciação guiada de teatro e workshops, a exposição apresenta uma rica história de desenvolvimento científico a partir do século VII na região que conhecemos hoje como o Médio Oriente. A exposição tem como objectivo mostrar um legado científico e cultural que ainda hoje influencia as nossas vidas e promover a diversidade na ciência e a valorização intercultural.


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